Soldados do ódio e da estupidez
Eleito presidente há pouco tempo, Rui Costa pode e deve ser criticado pelo que faz e confrontado com o que cada um ache serem os seus erros. Mas tem também de se desviar permanentemente do fogo ‘amigo’ daqueles benfiquistas que gostavam de estar no seu lugar e não estão, aliás, por três motivos bem simples: a sua própria cobardia, a vontade dos associados do clube e a graça de Deus. Essa trupe inútil descobriu agora outra frente: o abraço a Pinto da Costa, que considera uma traição. É por causa de fanatismos desses que o futebol português vive no caldeirão de inimizade e violência em que ninguém ouve ninguém. E se um novo protagonista entra em cena e exibe uma postura diferente que possa abrir caminho a alguma concórdia, logo os soldados do ódio saltam ao terreno para que a estupidez sobreviva. Pura miséria.
