Um divórcio que continua a causar danos

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Como aqui previ há uma semana – não era difícil – Cristiano Ronaldo entrou de férias mais cedo do que esperava. Mas despediu-se com dois golos, o último de antologia, e fechou a época com 48 em 52 jogos, uma autêntica proeza para um rapazinho de 35 anos. E fiel a uma postura irrepreensível com os seus treinadores, CR7 não destratou Sarri – como Džeko fez com Paulo Fonseca – o que poderia justificar-se tão medíocre foi o trabalho do napolitano. Veremos se Agnelli não terá cometido novo erro com o ‘desvio’ de Andrea Pirlo para a turma principal, no que será o primeiro desafio como técnico daquele que foi um jogador extraordinário – o que raramente basta. Zidane começou pelo Castilla, Guardiola pelo Barcelona B, Mourinho por assistente de Robson…

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