Uma pancada valente e uma trama do diabo
Vou tratar de um evento importante com uma semana de atraso. Na altura em que escrevi a crónica de há oito dias, não tinha condições de me referir, como desejava, ao brutal duelo que opôs Roger Federer a Novak Djokovic, na final de Wimbledon, o mais conceituado torneio de ténis do Planeta. E tudo porque Federer me causou uma das maiores deceções da minha vida de espectador. Estou habituado a ver perder aqueles de quem gosto, afinal são longos anos de estrada – e muitas idas ao Restelo... – mas custa particularmente perder quando já se julgava ter ganho. E se mete Federer, pior ainda. Foi uma pancada das valentes.
