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Joaquim Jorge
Joaquim Jorge Fundador do Clube dos Pensadores

FC Porto, foi pena

O FC Porto jogou de igual para igual em casa do Arsenal. Teve inúmeras oportunidades e não as concretizou. Nunca se intimidou com o ambiente do estádio, mostrou galhardia e personalidade.

Mas, o futebol por vezes é cruel e não contempla vitórias morais. O FC Porto ir a prolongamento foi muto bom, porém a lotaria dos penáltis deitou tudo a perder.

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Foi pena! O FC Porto fez um belo jogo. Esta derrota pode porventura ter influência nas eleições em Abril do FC Porto.

Penso que nenhum portista quer que o FC Porto perca, mas tendo em conta a conjectura interna e o ambiente avizinha-se uma disputa ainda mais acesa.

O FC Porto perdeu, isso também tem influência na economia do clube, deixa de entrar os milhões do seu apuramento para os quartos-de-final.

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O guarda-redes do Arsenal, David Raya, foi o herói do jogo, defendendo dois remates, um de  Wendell, outro de Galeno.

Não nos podemos esquecer que o Arsenal é líder da Premier League, mas o FC Porto fez-lhe frente, por vezes com as suas saídas de contra-ataque intimidou o Arsenal e fez os seus adeptos sofrerem.

Sérgio Conceição escalou uma equipa de combate, que complicou muito a tarefa do Arsenal. Arteta é um treinador que por vezes não mede o que faz e o que diz, tem a mania que é o Guardiola 2, mas não é, uma fotocópia nunca consegue ser o original.

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Muito efusivo e espalhafatoso para o meu gosto. Sérgio Conceição teve uma postura irrepreensível que só dignifica o FC Porto e o futebol português.

Num jogo de mata-mata, qualquer falha é o fim. A falha de dois penáltis sentenciaram o jogo. Hoje em dia o futebol é de detalhes e quem falhar menos, vence um jogo.

O FC Porto no prolongamento nunca demonstrou medo, mas não foi suficiente.

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Foi uma duríssima eliminatória em que o FC Porto funcionou como um bloco duro, físico e com velocidade. O FC Porto manietou durante o jogo o Arsenal.

O FC Porto demonstrou que não fica nada a atrás do Arsenal, mas no futebol não há vitorias morais, os golos é que contam.

Por Joaquim Jorge
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