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Joaquim Jorge
Joaquim Jorge Fundador do Clube dos Pensadores

Pepe não esteve bem

Este Sporting-FC Porto foi um bom jogo, mas Pepe foi o protagonista negativo. A sua expulsão aos 51 minutos, por uma atitude inadvertida  sobre Matheus Reis deitou tudo a perder no FC Porto. É evidente que o jogador do Sporting foi provocador ao procurar obstaculizar que Pepe colocasse a bola em jogo.

Pepe com 40 anos, muito experiente não podia ter reagido daquela maneira: balançou o braço para trás e acertou no jogador.

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O cartão vermelho mostrado pelo árbitro irritou Pepe, que se retirou aplaudindo o árbitro, todavia Pepe deveria ter ficado irritado com o seu comportamento que prejudicou o seu clube.

Eu aprecio Pepe e tenho- lhe feito rasgados elogios, mas, por vezes, passa-se e comete erros infantis e não consegue manter o sangue-frio no calor do jogo. A sua fama de duro, malicioso e agressivo fazem o resto.

Pepe tem que saber que no futebol actual, quem provoca nada acontece, quem reage paga as favas, nem que que seja de forma instintiva.

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Matheus Reis tentou dificultar a reposição da bola em jogo, deveria ter levado amarelo. Pepe soltou o braço (reprovável pela experiência), atinge o adversário.

O VAR deveria verificar o  teatro que o jogador do Sporting fez. Para mim, amarelo para os dois. Pepe teria que ser expulso, na mesma, por acumulação de cartões amarelos.

A saída de Pepe sentenciou o jogo que estava 1-0.

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O avançado Gyökeres é um jogador a reter pela sua mobilidade e capacidade de finalização.

O Sporting com esta vitória é líder da Liga com um ponto de vantagem sobre o Benfica e três sobre o FC Porto. Está bem encaminhado para ser campeão, todavia, somente no fim é que saberemos.

No final do jogo, um pequeno burburinho, entre Sérgio Conceição e Hugo Viana, do corpo técnico de Rúben Amorim (diretor desportivo), mas prontamente sanado pelos intervenientes das duas equipas. Ao ver as imagens iniciais pensei que, o desaguisado era entre Sérgio Conceição e Rúben Amorim, felizmente enganei-me.

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Resquícios de assuntos não resolvidos de outros jogos, nomeadamente no Dragão, mas evitou-se o conflito para bem do jogo e do futebol. Desta vez não houve conflito latente.

O FC Porto tem que aprender a perder, mesmo que só saiba vencer. É o seu ADN, contudo num jogo de futebol há perder, empatar e ganhar.

Neste jogo, o FC Porto pode queixar-se de si próprio.

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Por Joaquim Jorge
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