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Em semana de regresso das competições europeias, particularmente da Champions, pela importância que esta montra tem, também ao nível financeiro, três nomes que nos são caros reafirmaram a sua presença no ‘olimpo’ do jogo, agora pelos números redondos atingidos, ou perto de atingir. Cristiano Ronaldo, para mim de há muito o melhor futebolista português de sempre (com a devida vénia por tudo o que fez Rei Eusébio!), chegou frente ao Nápoles ao jogo 700, por clubes, da sua fantástica carreira, com a garantia absoluta de que não ficará por aqui. Também num jogo da prova milionária, com o Dortmund, Luisão, um dos brasileiros mais portugueses que conhecemos, tantas são as épocas no Benfica (14), chegou aos 500 jogos, o que nos dias de hoje é marca notável, por se tratar do mesmo clube – e embora esteja já nos 36 anos já se sabe que vai ficar de encarnado mais algum tempo e até se pode tornar no benfiquista com mais jogos de sempre, pois Nené, o recordista, já ‘só’ dista 75. Finalmente, Rui Patrício, que este sábado, pelo Sporting, frente ao Rio Ave, chega aos 400 desafios de verde e branco situação à qual dou maior realce: o guarda-redes, melhor do Europeu e decisivo em múltiplos jogos dos leões, com mercado internacional, continua por Portugal e essa é uma questão de que observo positivamente. Embora esteja convicto de que, apesar de não passar por fase feliz, tem tudo para se impor noutras Ligas.
Quem escancarou a porta da saída foi outro ‘keeper’, Ederson, com noite de sonho frente ao Dortmund. Sendo provável o adeus do brasileiro no final da época, o camião de euros que chegará à Luz compensará em muito as muitas lágrimas que certamente vão rolar, mas duvido que tão depressa jogue em Portugal um guarda-redes assim. Aos 23 anos!