Desta vez temos de ser melhores
Aos poucos, o Mundo prepara-se para reabrir. Com toda a incerteza. Com tudo aquilo que este vírus nos trouxe e que não irá embora tão cedo. Como essa sensação de fragilidade e o assustador conhecimento de que nada, nem mesmo os gestos mais banais, estão garantidos. Continuaremos, para já, distantes dos apertos de mão, dos abraços e dos beijinhos. E bem próximos das luvas, da máscara e do desinfetante. Mas voltaremos. Tudo voltará. A seu tempo, à sua velocidade, talvez com alguns solavancos pelo caminho. Mas voltaremos. Voltamos sempre.
