O professor do tetra
O futebol tem memória curta. Sempre teve. E nunca será diferente. Rui Vitória que o diga. Não está em causa o seu despedimento. O mesmo só peca por tardio. Deveria ter sido em novembro, quando Luís Filipe Vieira o afastou e depois voltou atrás. O presidente do Benfica disse que viu uma luz. E pediu aos adeptos encarnados para confiarem. Porque no passado os seus feelings resultaram: com Jorge Jesus na época dos 92 minutos, ou com o próprio Vitória nos primeiros tempos da sua temporada de estreia. Só que nem sempre a história se repete. Esta acabou em Portimão, embora o seu fim tenha sido muito antes.
