29 março 2020 - 19:52
Ricos, mas pouco
É a chamada gestão de mercearia. Alguns dos clubes mais ricos do mundo, capazes de gastar verbas superiores a 100 milhões de euros na contratação de um só jogador, vêm-se agora obrigados a reduzir ordenados para evitar a falência. Barcelona e Atlético de Madrid são dois claros exemplos desta gestão em modo fuga para a frente. Faturam muito, mas lucram pouco. Motivo: a exorbitância paga aos jogadores da primeira equipa.
