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Vitória a decidir bem

O Benfica qualificou-se naturalmente para a fase de grupos da Liga dos Campeões, eliminando o PAOK, e Rui Vitória mostrou não ser um treinador de ideias fixas. A aposta em Seferovic em detrimento de Ferreyra, não sendo determinante para o apuramente, face à diferença de valores que a partida de Salónica colocou a nu, é um ponto a favor do técnico benfiquista, que percebeu que o suíço, apesar do menor estatuto, dá muito mais à equipa. Mesmo sob pressão, conforme se percebeu pelas declarações no final do jogo, decidiu bem.

Manchester United sem topo de gama

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Mais uma época que não começa bem para José Mourinho. É verdade que o técnico português herdou um fardo pesado e ainda paga os erros dos antecessores pós-Ferguson. Só que à terceira temporada ao serviço do Manchester United era de esperar algo mais. O Special One nem se pode queixar muito do pouco investimento dos donos do clube. Já teve muito dinheiro à disposição e não conseguiu utilizá-lo da melhor forma se compararmos com aquilo que os rivais fizeram. Os red devils não dispõem hoje de um jogador ‘topo de gama’ e dispuseram de todas as condições para garantir dois ou três.

A pior Vuelta dos últimos anos

Nunca teve o ‘glamour’ da Volta a França, mas habituou-nos nos últimos anos a rivalizar com o Tour. O traçado por vezes mais exigente e a qualidade dos participantes fez com que a Vuelta fosse uma competição a não perder. Em 2018, contudo, até pela aposta de muitas vedetas no Giro – o que desaconselhou por uma simples questão de resistência física a presença nas três grandes voltas – , o interesse é pouco. Não há Thomas, Froome, Dumoulin, Roglic e Bardet. Porte e Nibali estão lá, mas a preparar os Mundiais. É uma pena.

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