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Quando os fumos de suspeição sobre resultados combinados nas divisões secundárias chegam à liga principal do futebol português, urge uma análise aos comportamentos que ainda escapam à lei, ou para os quais é branda, e criar para eles castigos duros, na área da justiça penal, com pesadas penas de prisão, e desportiva, com afastamentos prolongados ou definitivos para essas maçãs podres.
Claro que ter um falso profissionalismo, mal pago, onde os jogadores, não podendo acumular a prática do futebol com qualquer outra profissão, veem os meses passar, sem sequer receber os magros salários, que não lhes permitem vislumbrar um futuro, deixa esta nobre arte de jogar futebol à mercê das bicadas de abutres globais.
Talvez seja já tarde para a investigação policial portuguesa abrir os olhos e verificar quem verdadeiramente possui o controlo sobre muitas das SAD’s que cristalizaram no futebol português. Para que quererão representantes de capitais estrangeiros de duvidosa proveniência o controlo sobre sombrias equipas de ligas secundárias, em Portugal?
Elevemos a temática: no clássico do Dragão, ganhou o menos mau dos técnicos. Jesus deitou-se a inventar, de tal forma que, como gosta, se ganhasse, ganhava ele. Se perdesse, perdia o Palhinha, o Matheus, e, sempre, Bruno da Carvalho.
Nuno Espírito Santo, na 2ª parte, mostrou medo ou cegueira. Só o golo contrário o fez acordar e recolocar o terreno plano, quando estava totalmente inclinado para a sua baliza. Um grande técnico não pode ter medo de substituir jogadores rebeldes que se julgam vacas sagradas.