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Muito se tem dito e escrito sobre os supostos benefícios das sapatilhas Nike Vaporfly e, ao que parece, a IAAF estará a analisar todos os detalhes até ao mais pequeno pormenor antes de tomar uma decisão quanto à possível proibição da sua utilização. Inicialmente esperava-se que o resultado dessa investigação fosse lançado nos últimos dias do ano, mas um porta-voz do organismo assegurou à FOX Business que o mesmo apenas será revelado no próximo ano.
"Temos de analisar todos os dados recolhidos e perceber de que forma poderemos avançar. Não se esperam novidades quanto a uma decisão antes do natal, pelo que o mais certo é que uma decisão seja comunicada apenas no próximo ano", declarou uma fonte do organismo ao referido portal, deixando desta forma para 2020, ano de Jogos Olímpicos, uma decisão no que à regulamentação quanto à utilização destas sapatilhas, que se destacam pela presença de uma placa de fibra de carbono na sua meia-sola.
Lembre-se que a controvérsia em torno das Vaporfly surgiu após a recente vaga de tempos rápidos no atletismo, especialmente na maratona, que viu o recorde oficial chegar já à casa das 2:01 - antes estava em 2:02:57, um registo fixado por Dennis Kimetto. O atual máximo, recorde-se, é detido por Eliud Kipchoge (2:01:39), atleta queniano que recentemente fez uma maratona (não oficial) abaixo das duas horas, isto num desafio privado no qual utilizou as Nike Alphafly, umas sapatilhas exclusivas para o evento em causa.
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