_
1/2
Marca que se prepara para entrar em força no mercado nacional através do patrocínio de longa duração à Federação Portuguesa de Futebol, a Puma é também aquela que, no nosso entender, mais evoluiu nos últimos anos no mercado da corrida. Um mercado que, diríamos, foi esquecido durante um larguíssimo período, no qual o foco principal estava assente na pista e nos saltos e não tanto na estrada. 2021, como já dissemos noutras análises, marcou o ponto de viragem, que foi seguindo com modelos cada vez mais certeiros.
Uma evolução que agora nos leva às Deviate NITRO Elite 3, um dos modelos que mais curiosidade nos deu nos últimos meses e que, ao que parece, também aos demais, já que foi uma verdadeira batalha conseguirmos encontrar a possibilidade de testá-lo em face da falta de unidades disponíveis. Tivemos de fazer um pequeno ajuste na exigência do tamanho, mas finalmente lá lhe colocámos as mãos... e os pés!
Terceira evolução de umas sapatilhas que contam também com umas irmãs menos rápidas - as Deviate NITRO 3 -, as Deviate NITRO Elite 3 fazem jus ao seu nome de elite pelas performances que entregam, mas isso não quer dizer que sejam exclusivamente para a elite. Porque definitivamente não o são e até as consideramos das sapatilhas com placa de fibra de carbono mais amigáveis do ponto de vista da agressividade. Algo que, por exemplo, entendemos não ser o caso das Fast-R NITRO Elite 2...
Antes de avançarmos para uma análise resumida de cada ponto, há dois aspetos que temos de realçar sobre estas Deviate NITRO Elite 3. O primeiro, talvez uma pequena surpresa, é o facto da Puma ter decidido avaliar este modelo abaixo dos habituais 250€. Estão a 230 euros, o que é um valor bem simpático do que aquilo que vamos vendo - e com tendência para aumentar. Depois o peso. Com apenas 209 gramas, são dos racers mais leves do mercado, sem que isso acabe por comprometer o desempenho na longa distância.
Para quem usou as Fast-R NITRO Elite 2, gostando mas não ficando totalmente convencido, estas Deviate foram um acerto total. Especialmente nesse aspeto da longa distância, já que apesar de leves contam com uma superior sensação de amortecimento e, ao mesmo tempo, responsividade a cada passada. A espuma NITRO Elite - com uma altura de perfil de 40mm (calcanhar) e 32mm (biqueira) - funciona na perfeição com o avançar dos quilómetros, ao passo que a placa de fibra de carbono (a denominada PWRPLATE) consegue entregar um plus de responsividade, mas sem a agressividade característica de outros modelos com placa. Nesta zona da meia sola, a Puma optou pela habitual fórmula de 'ensandwichar' a placa entre duas camadas de espuma, dando à PWRPLATE uma configuração em jeito de colher, o que promove uma transição mais rápida em cada passada.
O upper é também outro aspeto que nos encantou. Primeiro pelas variadíssimas opções de cores (a versão Marathon Series é incrível), mas também porque é bastante respirável e com uma construção super simples mas, ao mesmo tempo, capaz de ser confortável. Notámos de imediato que o calcanhar tem uma construção minimalista, mas a verdade é que não encontrámos qualquer problema, especialmente porque em torno do tornozelo a marca alemã colocou uma pequena porção de material acolchoado para dar conforto adicional.
O único ponto menos positivo deste upper é mesmo o facto do modelo ser muito justo. É 'true to size', mas não faria mal nenhum se fosse mais amigável de quem tem um pé algo mais largo.
E fechámos com aquilo que nunca falha na PUMA. A sola. O composto PUMA Grip está cada vez melhor, tanto em termos de durabilidade do composto como também pela sua aderência, tanto em piso solto como em molhado.
Em jeito de conclusão, é como dizemos no título. Está encontrado o nosso preferido para desafiar uma maratona para tempo. Mas só porque pretendemos fazê-lo rodando algo abaixo das 3 horas. Mais lento do que isso, como sempre dizemos, é melhor optar por modelos sem placa, pois o benefício será curto e o custo... elevado.
Por RecordAtleta portuguesa ficou em 12.º no Urban Trail de Lille
É o segundo português de sempre a baixar dos 28 minutos. Foi 17.º na prova gaulesa
A nossa análise ao primeiro 'super trainer' da casa alemã
Prova entre o rio Douro e o litoral do Atlântico assinala duas décadas do El Corte Inglés
Antigo jogador investigado por fuga aos impostos
Jovem do Corinthians está a participar na competição em Portugal com um selecionado do Brasil
Lendário nome do futebol alemão, que também fez história em Itália, lamenta a trágica eliminação no apuramento para o Mundial
Lateral esquerdo foi apresentado no Forte Virtus, do terceiro escalão
Ítalo-argentino apelida o técnico como um "maníaco da linha de fora de jogo"
Ex-jogador e agora comunicador recorda episódio curioso em entrevista à 'Sábado'