Robben voltou a correr uma maratona e fez sub-3: «Isto é quase como ganhar um grande título»
Antigo avançado holandês superou a má experiência de 2022
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Um ano depois de uma experiência algo dolorosa na estreia - na altura disse que a segunda 'meia' foi um inferno - , Arjen Robben voltou a desafiar-se na maratona e desta feita com um resultado bem mais positivo (e menos sofrível). Depois de ter feito 3:13.40 horas no ano passado em Roterdão, o antigo internacional holandês voltou ao palco do crime, na mesma cidade, e vingou-se. Concluiu a Maratona de Roterdão em 2:58.33, conseguindo superar aquela barreira (psicológica) das três horas.
Na verdade, no ano passado, Robben até estava embalado para consegui-lo, mas depois dos 30 deitou tudo a perder. Este ano apresentou-se com a lição mais bem estudada, mas provavelmente também mais bem preparado. Até aos 30 andou praticamente num ritmo igual ao que fez em 2022 - passou à meia maratona em 1:27.52, contra os 1:28.17 do ano passado -, mas depois disso não houve 'muro' que lhe resistisse. É certo que viria a perder algum andamento dos 35 em diante, mas nada como na primeira experiência.
Após a conquista, segundos depois de cruzar a meta, quase sem tempo para respirar, Robben falou à NOS e traçou uma comparação que diz bem da exigência deste marco. "Estou totalmente destruído, mas consegui! Já não sou um atleta profissional, de topo, mas posso dizer-vos: acho que, se consegues uma maratona abaixo das 3 horas, és um atleta de topo. É quase como ganhar um grande título. Fantástico!".
Conseguido este tempo, Arjen Robben logrou, por exemplo, a qualificação para a Maratona de Boston, aquela que é considerada por muitos como a prova mais desejada do mundo do atletismo popular.