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Passar pelo menos 24 horas dentro de aviões pode não ser a experiência mais gratificante. Mas se olharmos para este sacrifício como um mal necessário para atingir um destino sonhado, então o esforço compensa. À chegada, sente-se logo o cheiro a mar. Reparamos que o trânsito circula ao contrário, como em Inglaterra, que a comida pode ser semelhante à inglesa (benditos restaurantes europeus e outros de influência local...) e que a rainha até é a mesma.
Auckland é uma cidade moderna, a mais populosa da Nova Zelândia, com 1,3 milhões de pessoas. Se pensarmos que o território, cuja capital é a minúscula Wellington (apenas 400 mil habitantes), tem 4 milhões e meio (menos de metade de Portugal e com o triplo da área), compreende-se facilmente que é a natureza que manda neste país. O respeito pela fauna e pela flora é imenso e até por isso não há autoestradas.
A cidade não é plana, mas é fácil percorrer toda a zona central a pé. De resto, há autocarros, comboios e ferries para vários destinos. Juntando a isto o facto de ser um dos países mais desenvolvidos do Mundo, com um nível de educação acima da média e corrupção quase inexistente, então é quase perfeito para viver. Quase, porque a vida não é barata e o clima nem sempre o mais simpático. Mas há museus, excelentes restaurantes e bares, amplas zonas comerciais, que torna esta numa cidade atrativa. Euma louca paixão por desportos de ar livre.
Para quem visita, serve de base, quanto muito para passar três ou quatro dias. Porque a verdadeira Nova Zelândia está lá fora, com montes e vales, vulcões, lagos, reservas geotermais.
Por todo o lado se sente a influência da cultura maori, o povo oriundo daquela região, que continua de espírito (e corpo...) bem vivo entre os neozelandeses. O exemplo mais claro é o haka, dança que antecede os jogos da mais popular modalidade no país, o râguebi; assistir a um jogo dos All Blacks é inesquecível. O futebol não tem grande significado, mas bem recentemente realizou-se ali o Mundial de sub-20, e até teve participação portuguesa.
E é preciso não esquecer que este país é a meca dos desportos radicais, onde se inventou por exemplo o bungee jumping (na cidade de Queenstown, bem no Sul). Do alto do símbolo de Auckland, a Sky Tower, com quase 400 metros de altura e visível de toda a cidade, há duas experiências radicais disponíveis: andar lá no alto, no anel da torre, a quase 200 metros do solo, ou então saltar cá para baixo.
Onde ficar:
Atravessar o país numa autocaravana é uma experiência única. São centenas pelas estradas da Nova Zelândia; e funciona tão bem. Na cidade, há hotéis para todos os gostos... e preços.
Onde comer:
É só escolher. Da cozinha europeia à local, de influência inglesa, vale tudo. Experimentar a cozinha maori é imperdível: não esqueça o nome hangi.
DICAS
Sendo muito próxima do Pólo Sul, a Nova Zelândia não é propriamente um país quente. Tem um clima temperado frio e as estações funcionam ao contrário do que estamos habituados. O norte é menos fresco.
Os melhores meses para visitar Auckland são os de novembro a abril, quando as temperaturas máximas rondam em média os 22 a 24 graus, apesar de chover durante todo o ano. Mesmo na estação quente, a noite é bastante fria.
As deslocações internas são muito fáceis. Há voos baratos entre as principais cidades, atravessa-se de ferry da ilha Norte para a Sul e a rede de autocarros é fiável. Não há autoestradas, mas visitar a Nova Zelândia é toda uma experiência de tranquilidade.
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