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O Honda Civic construiu uma história de sucesso ao longo dos últimos 44 anos e a mais recente geração (a 10.ª) do modelo nipónico vem confirmar, se dúvidas existissem, a entrada na idade adulta. O novo Civic não desvirtua o passado que o levou à condição de fundamental para a Honda – 24 milhões de unidades vendidas em todo o Mundo – e é exemplo de como o construtor japonês foi capaz de olhar o futuro e desafiar os rivais numa categoria (segmento C, familiares compactos) muito importante para os consumidores do Velho Continente.
Mais do que a linguagem da comunicação, interessam os factos. A 10.ª geração do Civic baseia-se em nova plataforma (com ganhos na habitabilidade), é maior, mais baixa e mais larga do que o antecessor e beneficiou das mais recentes técnicas de construção – carroçaria mais leve e mais rígida. A nova direção e suspensão, aliadas à estreia do motor turbo 1.0 gasolina de 3 cilindros com 129 cv e ao renovado ‘design’ exterior, sublinham a identidade desportiva ao mesmo tempo que acentuam o dinamismo e a experiência de condução.
O interior também foi totalmente renovado, espécie de revolução que privilegiou a simplicidade em contraponto às soluções encontradas para a geração anterior. Há até alguma aproximação às propostas ‘premium’, integrando sem surpresa o ‘infoentretenimento’ através do sistema ‘Connect 2’ que já inclui as aplicações Android e Apple para smartphones.
Inicialmente proposto na versão ‘hatchback’ (5 portas), o novo Civic chega ao nosso país em março e com argumentos suficientes para desafiar os rivais do segmento C. Até em função do preço da versão de entrada – €23.300.
O pequeno 3 cilindros
Até ao final do ano é lançada uma versão com motor diesel, mas a estrela do novo Civic – indicando tendência generalizada – é o pequeno bloco VTEC 3 cilindros turbo com 988cc e 129 cv de potência. O trabalho da marca japonesa beneficiou da experiência na competição e resultou em motorização que defende sem complexos o ADN da Honda. Bem insonorizado, com respostas a preceito e consumos interessantes, o Civic 1.0 é servido por caixa manual de 6 velocidades e pode, em alternativa, utilizar caixa automática CVT. Enquanto não chega o próximo TypeR, os adeptos das versões, digamos, mais musculadas, podem optar pelo motor 1.5 VTEC com 182 cv de potência.
Equipamento e segurança
A versão de entrada do novo Civic (Comfort) já inclui lista muito completa de equipamento, mas a Honda preparou outras opções. No caso do 1.0, há mais três níveis – Elegance, Executive e Executive Premium -, onde os ‘mimos’ são muitos e variados. Exemplo máximo (também pode ser encontrado na versão 1.5) para os dois níveis mais equipados é a suspensão adaptativa traseira, que ajusta o amortecimento de forma automática com base nas condições de condução. Os sistemas de segurança activa e passiva estão em linha com as soluções mais recentes. A marca reuniu essas ajudas no conjunto ‘Honda Sensing’, que inclui travagem atenuante de colisões; avisador de colisão à frente; aviso de saída faixa; atenuador de saída de faixa (intervém na direção); reconhecimento de sinais de trânsito e cruise control adaptativo.
A Honda prossegue o plano de eletrificação de todos os modelos da gama – há três novos elétricos puros para lançar até 2023 – e coube agora a vez ao Honda Civic.
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