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Mercedes Classe A: Fórmula de sucesso

Mercedes Classe A: Fórmula de sucesso

Depois da revolução promovida há três anos, quando mudou radicalmente a estética e a abordagem ao Classe A, a Mercedes avançou para a renovação do modelo que compete no aguerrido segmento C – familiares compactos. Compreensivelmente, desta vez não houve mexidas substanciais na configuração (é uma berlina de 5 portas), procurando a marca da estrela refinar e sublinhar um ‘design’ que é também uma das razões para o sucesso do modelo.

Já disponível entre nós, o novo Classe A recebeu atualizações na dianteira e na traseira (novos pára-choques, novos faróis LED, farolins traseiros e ponteiras de escape integradas); ganhou outra envolvência no interior. Através da escolha de outros materiais e novas cores, reforçando o apelo garantido pelo desenho do tablier, painel de instrumentos e pelo ecrã de 8’’ (opcional) que reúne os sistemas de informação, comunicação navegação e entretenimento. O resultado global está de acordo com os pressupostos ‘premium’ de uma marca como a Mercedes, isto sem puxar por lógicas, digamos, excessivas. A marca não dispensa as referências à dinâmica e ao espírito desportivo – para esse ponto em particular lá está o A45 preparado pela AMG –, mas o certo é que a escolha de algumas motorizações privilegiou, sem subterfúgios, questões práticas como... preços e consumos.

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Veja-se o caso da versão que tivemos oportunidade para conduzir durante alguns dias. A escolha recaiu no Classe A 180, servido por motor diesel com 1.5l de cilindrada e 109 cv de potência. Não custa lembrar que esta motorização – tal como a ‘irmã’ de 90 cv que abre a gama – resulta de uma parceria com a Renault e foi escolhida para cumprir os tais objetivos relacionados com os consumos e os preços a praticar junto do público. Quem optar pelo 180d não deve esperar ‘performances’ desportivas ou exemplos de garra própria de outros motores. Alturas haverá, aliás, em que precisará de usar a caixa de velocidades para ganhar alguma ‘alma’. Esta é uma versão para o cliente tranquilo, que precisa de enfrentar o trânsito das cidades e quer conforto nas deslocações maiores. Tudo combinado com baixos consumos – ficámos, ainda assim, acima dos valores anunciados pela marca. É, se quisermos, a razão aliada ao coração. E não é também deste modo que se constrói o sucesso?

Os músculos da versão A45

Passaram apenas dois anos sobre a entrada em cena da versão A45 4Matic, mas a divisão desportiva da Mercedes (AMG) não quis deixar de acompanhar a renovação do Classe A, e é por isso que os adeptos da condução desportiva não saem a perder. Assim haja maior poderio financeiro e está garantido o acesso ao Mr. Músculo dos compactos da Mercedes.São 381 cv de potência, e 475 Nm de binário obtidos a partir do motor 2.0 turbo. A transmissão e a aerodinâmica foram revistos, bem como a estética.

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Trunfos tecnológicos

Seria exaustivo elaborar a lista das tecnologias colocadas pela Mercedes ao serviço do Classe A. Mas podemos destacar a presença em quase todas as versões do sistema ‘Dynamic Select’, que permite escolher entre 4 modos diferentes de condução.Do mais económico ao desportivo, o Classe A pode mudar reações do motor, transmissão, suspensão, direção e climatização.

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