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Mais do que a importância do segmento D – e ele vale 13% do mercado europeu – a Renault foi categórica na lógica que levou ao nascimento do Talisman. O modelo que rende o Laguna não é apenas um sucessor, é também exemplo de afirmação da marca francesa em capítulos decisivos na indústria automóvel: ‘design’, qualidade, tecnologia e estatuto. A berlina é a primeira a entrar no mercado (Portugal vai recebê-lo apenas em abril do próximo ano) mas a Renault já mostrou a configuração ‘estate’ (carrinha) e ambas afirmam-se de imediato pelo exercício estético, pela pose. Não há dúvidas quanto à condição de ‘executivo’ do Talisman, confirmadas depois quando nos sentamos ao volante ou somos conduzidos. Em qualquer dos casos apreciamos o espaço a bordo – a plataforma é a mesma do Espace –, o cuidado colocado nos materiais, enfim, o ambiente ‘premium’.
Claro que haverá sempre diferenças em função dos níveis de equipamento, mas este é um automóvel que não tem qualquer problema em desafiar adversários como o VW Passat, Peugeot 508, Opel Insignia ou Ford Mondeo. A incorporação de tecnologia e a escolha de motorizações e transmissões completam o trabalho da Renault neste Talisman nascido de... uma folha em branco. Na apresentação internacional, as estradas na região de Florença permitiram perceber que o apelo do modelo francês alia conforto à ‘performance’ ,ao mesmo tempo que, utilizando o sistema Multi-Sense, propõe ao dono do volante que adapte as reações do carro ao tipo de estrada que está a pisar – e, já agora, ao estilo de condução pretendido, não faltando, nos 4 modos disponíveis, a vertente mais desportiva. As frotas das empresas têm aqui mais uma opção, mas o preço de entrada na gama dá mais asas ao Talisman.
Tecnologia de segmento premium
Os sistemas 4Control (quatro rodas direcionais) e Multi-Sense (gere o amortecimento pilotado, a direção, motor e a caixa automática EDC) não são novidade na Renault. Ambos estão presentes no novo Espace e a marca francesa não hesitou em incluir também esta tecnologia num Talisman que não recusa posicionamento premium. Controlados a partir do enorme ecrã que domina a consola central e que é a interface do R-Link2, os sistemas são cruciais para a experiência de condução. As 4 rodas direcionais estão ativadas em permanência e são ajuda em situações diversas: na cidade, na estrada, na forma de reagir face a obstáculos inesperados. Já o Multi-Sense permite optar por 4 modos diferentes de condução, gerindo de forma distinta o motor, a direção, a suspensão, a decoração dos instrumentos e do interior, a caixa de velocidades e os bancos com... massagens.
A Honda prossegue o plano de eletrificação de todos os modelos da gama – há três novos elétricos puros para lançar até 2023 – e coube agora a vez ao Honda Civic.
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