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O ‘Magriço’ do Mundial’1966 ficou com muitos companheiros e adversários desse campeonato na memória. Afinal, são glórias eternas do futebol. E, no seu ‘onze’, cabem cinco deles: o guarda-redes Gordon Banks (campeão do Mundo nesse ano pela Inglaterra), os centrais Germano (Portugal) e Beckenbauer (Alemanha) e os avançados Eusébio (melhor marcador da prova, com 9 golos, por Portugal) e Pelé (Brasil). Da época, mas de fora desse Mundial, Simões escolheu o lateral Roberto Carlos (Brasil) e o avançado Cruyff (Holanda). E, claro, não podiam faltar Maradona (Argentina) e os craques do momento Messi (Argentina) e Cristiano Ronaldo (Portugal).
A escolha de diferentes gerações de futebolistas portugueses para uma equipa de sonho é uma forma de sublinhar a intemporalidade
Reservado a leões
Sportinguista assumido, Vítor Melícias apostou, sobretudo, em nomes míticos do futebol mundial
O ‘Magriço’ do Mundial’1966 ficou com muitos companheiros e adversários desse campeonato na memória
Lendário nome do futebol alemão, que também fez história em Itália, lamenta a trágica eliminação no apuramento para o Mundial
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