A escolha de diferentes gerações de futebolistas portugueses para uma equipa de sonho é uma forma de sublinhar a intemporalidade, algo que podemos definir como natural numa inidividualidade como Manuel Alegre. O histórico elemento do Partido Socialista, homem de letras, da poesia e das convicções optou por nomes que marcaram tempos diferentes no futebol português. O ataque tem dois nomes incontornáveis, os maiores. Mais atrás encontramos meio-campo de 4 unidades onde Figo e Paulo Sousa acompanham Coluna e Hernâni. A defesa tem Azevedo na baliza e históricos como Humberto Coelho ou Hilário. Seria um luxo.