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Mais de 30 mortos e cerca de 300 feridos. Este é, para já, o balanço dos confrontos entre manifestantes e autoridades egípcias, na sequência da sentença que condenou 21 adeptps do Al-Masry à morte, devido ao massacre de Port Said, ocorrido em fevereiro passado.
Manuel José, ex-técnico do Al-Ahly, a restante equipa que se encontrava no recinto de jogo aquando da tragédia, falou a Record e comentou os mais recentes incidentes. “Que ninguém tenha dúvidas que o que aconteceu em Port Said foi um ataque organizado, uma autêntica carnificina”, começou por assinalar, acrescentando: “O que está a acontecer não me surpreende, pois conheço a maneira de pensar das pessoas no Egito. Os adeptos do Al-Ahly só aceitariam a pena de morte ou a prisão prepétua. Se não fosse essa a sentença, era o Cairo e a Alexandria que estavam a passar por isto”.
A finalizar, o técnico, de 66 anos, lembrou alguns momentos de drama que viveu no meio da confusão. “Ainda bem que, na altura, não cheguei ao balneário quando desatámos a fugir. Estavam mais de 300 pessoas lá e 5 acabaram por morrer. Tive a sorte de ser uma pessoa respeitada por aquele povo. Caso contrário, não estaria aqui”, lembrou.
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