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Apito Dourado: Tribunal rejeita escusa do juiz

Quase oito meses depois de conhecido o despacho do juiz Pedro Miguel Vieira que pronunciou 24 dos 27 indiciados no processo originário do Apito Dourado (presumível viciação dos jogos do Gondomar, na época de 2003/2004), o Tribunal da Relação do Porto abriu caminho finalmente para a marcação do julgamento ao indeferir o pedido de escusa do juiz Carneiro da Silva. Indicado para presidir ao colectivo de juízes que irá julgar o caso no Tribunal de Gondomar, Carneiro da Silva invocou o facto de pertencer à Comissão Arbitrária da Liga, de que é dirigente Valentim Loureiro (um dos acusados), para elaborar o seu pedido de escusa.

Agora, o Tribunal da Relação irá dar a conhecer ao Tribunal de Gondomar que não há qualquer problema com os três juízes designados – Rui Gonçalves e António Figueiredo de Almeida completam a equipa na qualidade de “asas” – e competirá àquele tribunal marcar o início do julgamento. Os advogados dos 24 pronunciados irão ser chamados para se apurar da respectiva disponibilidade de agendas e o Tribunal de Gondomar irá também verificar a sua para um julgamento que deverá ter três sessões semanais.

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O Tribunal de Gondomar tem vindo a preparar-se para aquele que será o seu julgamento com maior pressão mediática, estando a improvisar mesmo uma sala de Imprensa.

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