O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, foi chamado a testemunhar no caso Qatargate depois de dois conselheiros pessoais terem sido detidos, confirmou a polícia israelita à agência de notícias EFE.
Dois conselheiros de Netanyahu, Eli Feldstein e Yonathan Urich, foram detidos esta segunda-feira no âmbito da investigação do caso Qatargate, que envolveu alegados pagamentos do Qatar em troca da criação de uma campanha mediática israelita favorável ao Campeonato do Mundo de 2022.
Segundo a imprensa israelita, no caso Qatargate, figuras próximas do primeiro-ministro são suspeitas pelo serviço secreto Shin Bet de terem recebido subornos do Qatar.
As detenções, no âmbito do caso Qatargate ocorreram no mesmo dia em que Benjamin Netanyahu, nomeou o antigo comandante da marinha Eli Sharvit como novo chefe dos serviços de informações israelitas (Shin Bet).
Sobre esta nomeação, Netanyahu não esperou pela audiência de recurso contra a demissão do antecessor, Ronen Bar, prevista para 8 de abril no Supremo Tribunal de Israel.
No passado dia 21 de março, Netanyahu demitiu Ronen Bar mas a decisão foi suspensa pelo poder judicial até, pelo menos, 8 de abril, para que o Supremo Tribunal pudesse analisar o recurso apresentado pelos partidos da oposição (Yesh Atid, Israel Beitenu, Unidade Nacional e Democratas) e pelo Movimento para um Governo de Qualidade em Israel.
Entretanto, o líder da oposição israelita, Yair Lapid, descreveu o processo de seleção do novo chefe do Shin Bet como precipitado e irresponsável.
"O único objetivo é pôr fim à investigação sobre o Qatargate antes que Netanyahu seja convocado para interrogatório, como ordenou recentemente a Procuradora-Geral", escreveu Lapid numa mensagem que difundiu nas redes sociais.
Em causa estão declarações do autarca sobre a etnia cigana numa assembleia municipal.
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