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Nas buscas realizadas a uma casa, que a investigação sustenta ser de Armando Monteiro Pacheco, foram apreendidos mais de 110 mil euros. Só num porco mealheiro de grandes dimensões foram encontrados mais de 45 mil euros: 39 mil em notas e mais de 6 mil em moedas. Ao juiz, o homem, apontado como cabecilha da rede de tráfico de droga da Arrábida, alegou, no entanto, que afinal vive numa casa camarária, no bairro Pinheiro Torres, no Porto. Disse que vive no local com familiares de quem cuida, que a renda é de 100 euros e que se encontra desempregado.
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