Em declarações aos jornalistas, Carlos Moedas, presidente da Câmara Municipal de Lisboa, falou esta segunda-feira em "ansiedade que não se justifica" quando questionado acerca do apagão geral que afetou Portugal e outros países da Europa.
"A cidade de Lisboa está a trabalhar com estas dificuldades. Não vamos deixar os túneis abertos porque é preciso arejar. Não podemos fazê-lo por razões de segurança, para as pessoas não ficarem dentro de um túnel. Mas, de resto, tudo está a funcionar", começou por referir.
Acha que os lisboetas estão tranquilos? "Eu percebo a pergunta, são muitas horas. É um problema internacional, que vem de fora. Temos de manter essa calma. Serão várias horas, não tenho informação de quantas. Temos estado a trabalhar para servir as pessoas. Tenho equipas na rua para informar as pessoas, a perguntar se precisam de alguma coisa. Mas o número de horas não lhe posso dizer".
Vai resolver-se brevemente? "Não tenho essa informação, mas Lisboa tem muitos mecanismos. Os nossos bombeiros continuam a retirar pessoas de elevadores. Não há feridos, não há vítimas, não estamos a falar de nenhum acidente que causou mortos. Pode é haver uma ansiedade que não justifica neste momento. O plano da Câmara está acionado, todas as forças estão a trabalhar e estamos a utilizar os nossos meios. Qualquer necessidade, até num hospital, estamos prontos para ajudar, em contacto com todas as instituições. Sempre dentro desta calma".
Ajuda nos lares... "Ainda não tive contacto com o provedor da Santa Casa, estamos a tentar recolher toda a essa informação. Mas ainda não há situações de urgência. Neste momento, é isto que vos posso dizer. Que as pessoas não se movimentem se não for necessário. Para se deslocarem, se puderem fazê-lo a pé melhor, caso contrário podem entrar nos autocarros da Carris, que hoje são gratuitos para toda a gente".
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