A empresa liderada por Mark Zuckerberg anunciou esta sexta-feira vários acordos para utilizar energia nuclear nos Estados Unidos da América (EUA), de forma a alimentar os seus centros de dados para a inteligência artificial (IA). Está em causa a contratação de 6,6 gigawatts.
A Meta assinou acordos, com a Vistra, TerraPower e Oklo, para "expandir a operação de três centrais nucleares, que vão impulsionar o desenvolvimento de novas tecnologias nucleares avançadas e vão fomentar a criação de empregos em comunidades americanas".
Ainda que os valores financeiros dos negócios não tenham sido divulgados, a dona do Facebook mostra que está atenta às potencialidades dos centros de dados e quer expandir este segmento de negócio. Por isso mesmo, estes acordos estão entre os mais abrangentes e ambiciosos traçados entre tecnológicas e energéticas, com a Meta a registar um total de quatro negócios para usar energia nuclear.
"Na Meta, nosso foco é desenvolver superinteligência pessoal para todos e oferecer experiências em dispositivos computacionais que melhorarão a vida de biliões de pessoas em todo o mundo. Os nossos centros de dados são a espinha dorsal dessas inovações - fornecem a infraestrutura que impulsiona a inovação e dá vida a tecnologias transformadoras", escreve a Meta em comunicado.
A Meta quer que os primeiros reatores sejam entregues em 2030 e 2032, embora a compra de energia nuclear à Vistra tenha início ainda este ano.
"Os acordos com a Vistra, TerraPower, Oklo e Constellation fazem da Meta uma das maiores compradoras empresariais de energia nuclear da história americana. Centros de dados de última geração e infraestrutura de IA são essenciais para garantir a posição dos Estados Unidos como líder global em IA. A energia nuclear vai ajudar a impulsionar o nosso futuro em IA, fortalecer a infraestrutura energética do país e fornecer eletricidade limpa a confiável para todos. Estes projetos vão criar milhares de empregos qualificados no Ohio e Pensilvânia, vão acrescentar novas fontes de energia à rede elétrica, e estender a vida útil de três centrais nucleares existentes e acelerar o desenvolvimento de novas tecnologias de reatores", destaca Joel Kaplan, diretor de Global Affair da Meta, citado em comunicado.
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