Os cinco herdeiros de Francisco Pinto Balsemão vão ficar com a posição da holding Balseger, que detém a indiretamente maioria do capital da Impresa através da Impreger, dividindo entre si em partes iguais a participação que era do fundador da empresa. Assinaram também um acordo parassocial que determina que vão seguir uma estratégia conjunta nas assembleias-gerais onde será decidido o futuro da empresa.
Os anúncios em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) foram feitos esta sexta-feira, numa altura em que está a ser negociada a venda de uma participação relevante do capital da Impresa aos italianos da MediaForEurope (MFE), da família Berlusconi.
O acordo entre os agora acionistas da Balseger (Mónica Balsemão, Henrique Balsemão, Francisco Maria Balsemão, Joana Balsemão e Francisco Pedro Balsemão), prevê a “coordenação do exercício de direitos de voto em assembleias da Balseger e, por extensão, o alinhamento de voto na Impreger e na Impresa em matérias estratégicas”.
No que respeita às assembleias-gerais, o acordo estabelece que os acionistas terão de se reunir previamente “para definirem o sentido em que exercerão os respetivos direitos de voto, se alguma delas convocar as demais para o efeito”.
O acordo diz ainda que “todas as partes, ainda que não presentes ou representadas, ficarão obrigadas a votar favoravelmente (presencialmente ou através de representante) na assembleia geral as propostas que, por unanimidade, forem aprovadas em Reunião Prévia devidamente convocada e a abster-se quanto às propostas que não alcancem esse consenso”.
Contudo, "na falta de reunião prévia para discussão de temas referidos na ordem de trabalhos de uma convocatória da assembleia-geral da Balseger, as partes serão livres de votar na referida assembleia-geral conforme entenderem", ressalva o comunicado.
Sobre venda das ações da holding, “os acionistas obrigam-se a não alienar ações da Balseger sem que o adquirente (quando não seja parte) adira, expressamente e sem reservas, ao presente acordo”.
A Balseger é titular de 71,4103% do capital social da Impreger, que por sua vez detém 50,311% dos direitos de voto correspondentes ao capital social da Impresa.
O anúncio surge num momento em que as ações da Impresa estão suspensas por parte da CMVM, com o regulador a aguardar por "informação relevante" sobre a venda de uma participação relevante na empresa à MFE, que a revista Sábado avançou estar para breve.
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