Paulo Rangel, ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, anunciou este domingo, o reconhecimento oficial do Estado da Palestina. A decisão resulta, segundo Paulo Rangel, da deliberação do conselho de ministros de 18 de setembro.
O ministro dos Negócios Estrangeiros que se encontra em Nova Iorque sublinhou a "necessidade de combater todas as formas de antissemitismo". O político declarou que o Governo português condena as "restrições à entrada de ajuda humanitária, deslocação das populações, situação de fome gerada em Gaza, destruição de infraestruturas como escolas, hospitais e edifícios religiosos". Paulo Rangel disse ainda que é "urgente" o cessar-fogo e a abertura das fronteiras para a entrada de ajuda humanitária, assim como a libertação dos reféns às mãos do Hamas.
"É mais do que tempo para dar os passos necessários para a paz", frisou, acrescentando que Portugal "espera que Israel compreenda a decisão tomada". Para o País, a "solução de dois Estados é a única via para a paz". O reconhecimento do Estado da Palestina é, segundo o ministro, " a favor da paz e do direito do povo palestiniano e nada contra Israel". "Portugal ainda e um País que define a sua política externa", sublinhou.
Os governos do Reino Unido, Canadá e Austrália formalizaram também este domingo o reconhecimento do Estado da Palestina antes da 80ª Assembleia Geral da ONU em Nova Iorque que tem início na próxima terça-feira, dia 23 de setembro e termina dia 29. Para além destes países, é esperado que a França e a Nova Zelândia reconheçam ainda durante esta semana o Estado da Palestina.
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