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José Augusto Silva, o funcionário judicial do Tribunal de Guimarães condenado no processo 'E-Toupeira' por corrupção passiva, foi agora promovido internamente, mesmo estando com uma pena suspensa. A pena aplicada ao funcionário foi de cinco anos de prisão, o máximo que a lei prevê para a suspensão. Um despacho que o 'Correio da Manhã' teve acesso dá conta de que o dito funcionário foi nomeado como escrivão de direito.
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