Poliana Ribeiro considera que "os indícios não são fortes" relativamente a Marco ‘Orelhas’. À CMTV, a advogada rejeita a tese de vingança indicada pela juíza: "Quando veio de Lisboa, o Marco foi trabalhar; não foi para a alameda com qualquer desejo de perseguição ou vingança".
A defesa deste arguido confirma que "tem havido ameaças a familiares do Marco, tal como ao próprio Marco antes de ter sido detido". Vai pedir transferência para a cadeia anexa à PJ do Porto - onde está o filho, Renato, indiciado igualmente pelo homicídio de Igor Silva.