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A remuneração dos novos certificados de aforro interrompeu, em setembro, a tendência de queda que se vinha a verificar nos meses anteriores e as famílias revelaram um renovado apetite por estes produtos de poupança do Estado. Entraram no mês passado 491,43 milhões de euros nos certificados de aforro - a subida mensal mais elevada desde abril.
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