Um tribunal nos EUA não deu provimento a uma ação coletiva contra Elon Musk, que alegava que o empresário sul-africano teria enganado os acionistas do Twitter várias vezes durante o ano passado, no que toca ao processo de aquisição da rede social por 44 mil milhões de dólares, o equivalente a 40,73 mil milhões de euros.
O juiz Charles Breyer considerou que a ação é improcedente por contestar "os erros associados" à operação.
Além disso não foram demonstrados danos na esfera dos acionistas.
O juiz também não encontrou nenhuma prova de que Musk terá levado o cofundador Jack Dorsey e o gestor da empresa de "private equity" Silver Lake, Egon Durban, de violar os seus deveres fiduciários, para favorecer os interesses de Musk e dos próprios.
A ação deu entrada no tribunal a 25 de maio do ano passado, um mês depois de o Twitter ter aceitado a oferta de compra de 54,20 dólares por ação. A operação acabou por ser fechada no fim de outubro.
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