A relação entre Elon Musk e Donald Trump pode ter sido o catalisador para o decréscimo das vendas dos seus veículos elétricos Tesla. Durante a campanha eleitoral, o multi-milionário foi o principal financiador, gastando cerca de 270 milhões de euros a apoiar o presidente norte-americano. Mais tarde, quando venceu as eleições, nomeou Musk como o responsável do Departamento de Eficiência Governamental (DOGE, sigla em inglês).
No mês de janeiro, as vendas de Tesla caíram para quase metade na Europa, indicando uma diminuição da procura dos veículos do produtor norte-americano, numa altura em que o seu CEO, Elon Musk, interveio não só na política norte-americana, tendo o DOGE anunciado despedimentos em massa, mas também em política europeia.
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