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Alvalade poderá ser palco de uma despedida em grande

Alvalade poderá ser palco de uma despedida em grande

Olegário Benquerença esteve três anos e oito meses sem arbitrar um clássico e, agora, em pouco mais de dois meses dirige novo duelo grande, repetindo o palco, Alvalade, e os adversários, Sporting e FC Porto.

Poderá também ser o último clássico, uma vez que o juiz de Leiria atinge o limite de idade, que o obriga a terminar a carreira esta época, algo que o presidente do Sp. Braga, António Salvador, pediu para o árbitro antecipar depois da atuação na meia-final da Taça da Liga com o Rio Ave.

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A verdade é que Olegário terá em Alvalade oportunidade para uma “despedida” em grande, se porventura não voltar a ser escolhido pelo Conselho de Arbitragem para os quatro clássicos que ainda se irão disputar até final da época, todos eles entre Benfica e FC Porto.

Hoje com 44 anos, Olegário começou aos 5 a acompanhar o seu pai Manuel Benquerença (fiscal de linha do árbitro Agostinho Santos) e ganhou o gosto pelo “bichinho” da arbitragem. Diz mesmo que aprendeu a ler com as Leis do Jogo, que passou a aplicar a partir de 1989 quando começou a arbitrar “a sério”. Antes, porém, mostrou dotes de goleador nos escalões de formação da U. Leiria (onde marcou 99 golos!) mas não foi além dos seniores do Centro Recreativo e Cultural 22 de Junho-Amor e da 3.ª Divisão.

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Na arbitragem, sim, foi longe. Em 2010 foi ele quem marcou o regresso de um árbitro português aos Mundiais (África do Sul) e no domingo irá dirigir o 205.º jogo da sua carreira na 1.ª Liga. O primeiro foi em 1995/96, a três dias de completar 26 anos, em Campo Maior, onde se defrontaram Campomaiorense e Leça – curiosamente clubes que equipam “à Sporting”… a.m.

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