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O presidente da Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol (APAF), José Borges, deixa críticas ao atual Regulamento Disciplinar que considera estar em "falência", recorrendo ao caso da televisão no balneário do árbitro Fábio Veríssimo, no Dragão, a 2 de novembro, no FC Porto-Sp. Braga.
"O acórdão tornado público no caso do árbitro Fábio Veríssimo é mais um sinal da falência do atual Regulamento Disciplinar, desajustado da realidade e totalmente insuficiente quanto à proteção da arbitragem" aponta o dirigente, num artigo de opinião publicado em Record. "Multas simbólicas para atos graves institucionalizam a impunidade e legitimam a intimidação sobre os árbitros", acrescenta, numa alusão aos 12.750 euros de multa aplicada ao FC Porto.
José Borges defende a revisão "urgente" e "obrigatória" do atual Regulamento de Disciplinar, cujos modelos, diz, "não protegem a arbitragem e perderam qualquer efeito dissuasor". Além de criticar a "inação do Governo", o líder da APAF sustenta: "A profissionalização da arbitragem tem de avançar já."
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