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Carla Couto, embaixadora e delegada do Sindicato de Jogadores para o futebol feminino, deixou uma mensagem às atletas sobre o limite orçamental no escalão principal em Portugal. A antiga internacional garantiu que não se trata de discriminação ou de um ataque, explicando que há negociações para um contrato coletivo de trabalho.
“Não vejam nesta medida uma discriminação ou um ataque às jogadoras. Nós nunca o permitiríamos! Não vejam nesta medida uma limitação à vossa liberdade contratual. Clube e jogadoras continuarão a negociar livremente os seus contratos. Esta medida é transitória e pretende acautelar o desequilíbrio competitivo e financeiro da Liga feminina que todos conhecemos. Muito importante: estamos a trabalhar no estabelecimento de um contrato coletivo de trabalho para as jogadoras que garanta direitos fundamentais”, destacou, acrescentando: “Compreendo as vossas dúvidas e incertezas. Quero-vos garantir que eu e o Sindicato tudo faremos para exigir à FPF e clubes um tratamento digno.”
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