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Clarinha, avançada de 20 anos da equipa de futebol feminino do Benfica, concedeu uma entrevista ao jornal 'O Benfica', na qual agradeceu ao clube da Luz pelo seu crescimento enquanto jogadora profissional, ela que recentemente conquistou o Campeonato Sul-Americano de Sub-20 pelo Brasil.
"O Benfica foi um dos principais fatores para ter chegado onde cheguei, à seleção. Comecei aqui com 13 anos, nem estava à espera de vir com 13 anos para um clube como o Benfica. Foi uma responsabilidade que quis ter. Talvez tenha perdido muito da minha vida para estar aqui, mas foi por uma boa causa. Perdi a minha adolescência, perdi amigos, perdi tempo com a minha família, de que talvez as crianças e adolescentes gostam nesse período de aproveitar, mas decidi tirar um bocadinho disso para estar onde estou hoje, o que foi algo bastante importante para mim", começou por dizer.
Nas mesmas declarações, Clarinha recordou a conquista do título do Sul-americano de sub-20, onde marcou um golo na final, diante da Venezuela. "Foi um momento bastante importante na minha vida. Não só por ter ganhado um título, mas por representar o Brasil, que é um sonho que tenho desde que nasci. Não só meu, mas também da minha família. Foi a 11.ª conquista da seleção. Somos invictas, então, foi muito importante. Ainda não caiu em mim ter estado lá, ter participado. Por isso, vai ser um momento que vou guardar para o resto da minha vida", afirmou.
A jovem futebolista lembrou ainda a estreia na Liga dos Campeões, diante do PSG, no Estádio da Luz. "Não estava à espera realmente de entrar, mas quando o míster me chamou – nós vamos aquecendo durante o jogo – para fazer aquele aquecimento para entrar, aí eu percebi: vou entrar. Vou entrar no Estádio da Luz, onde eu sempre sonhei jogar desde que estou aqui no Benfica. Estava bastante nervosa, estava a tremer toda, mas quando levantaram a placa para entrar, aí percebi: vou entrar, vou jogar, vou dar o meu melhor e, se der certo, deu; se não der, o próximo jogo vai correr melhor. Mas correu tudo bem e, na minha opinião, fiz um bom jogo", disse.
Por fim, abordou o reencontro com o Valadares Gaia, a sua primeira equipa em Portugal. "Ainda era uma criancinha, tinha 9 anos quando fui para o Valadares, mas foi um momento bastante importante na minha vida. Foi o clube que me fez chegar ao Benfica, então tem uma ligação um bocadinho especial para mim. Mesmo quando vou a casa – moro basicamente ao lado do Valadares –, às vezes até passo lá um bocadinho e vou vendo jogos também. É bastante importante, para mim, continuar a ter essa ligação com o clube", concluiu.
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