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Gonçalo Nunes: «Faltou-nos eficácia»

Gonçalo Nunes satisfeito
• Foto: Paulo Calado

Gonçalo Nunes, treinador do Torreense, lamentou a ineficácia da sua equipa, na , por 2-0, no Seixal. Ainda assim, e em declarações a Record, o técnico mostrou-se satisfeito com a exibição dos torreenses, que, defende, vão continuar a crescer no futebol feminino. 

Que análise faz ao jogo?

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Acho que nos faltou eficácia e o Benfica, claro, com a qualidade individual das jogadoras que tem, numa saída e numa construção nossa menos conseguida, acabou por fazer o 2-0. Mesmo assim, ainda com o 2-0, continuámos a ter oportunidades de golo que não concretizámos. Acho que nos faltou claramente sermos mais eficazes nas oportunidades que tivemos. De resto, nada a dizer daquilo que foi pedido às jogadoras, que acima de tudo era conseguirmos ter a nossa identidade. Viemos jogar contra uma equipa que sabemos a qualidade que tem, mas jogámos sem qualquer tipo de receio e a dividir o jogo de todos as formas possíveis. 

Nos últimos cinco jogos, o Torreense tinha vencido o Benfica em três ocasiões. Ainda assim, esta derrota não vai beliscar o crescimento do clube nos últimos tempos…

Mal seria se perder com o pentacampeão nacional nos fosse afetar de alguma forma. No final, tinha um grupo de jogadoras claramente insatisfeitas, acima de tudo, por terem sentido que poderiam, em momentos do jogo, sendo mais eficazes, mais assertivas, poderiam ter levado outro tipo de resultado do jogo. Nós viemos aqui claramente para discutir o resultado e discutir o jogo, não conseguimos, dar os parabéns ao Benfica, não nos vai prejudicar de maneira nenhuma, pelo contrário, vai dar-nos ainda mais confiança e força, porque se conseguimos fazer o jogo que fizemos naquele que, se calhar, é o jogo mais difícil da época, o campeão nacional, na sua casa, teremos capacidade para jogar com qualquer equipa. 

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O Torreense perde com o Benfica, após duas vitórias consecutivas. A resposta vai ser dada já no próximo jogo?

Acredito que continuaremos a ser a equipa que fomos até aqui, a querer assumir ao máximo, quando tivermos bola, assumir ao máximo a criação, o controlo e o domínio do jogo e quando não tivermos, sermos uma equipa altamente organizada, agressiva e pressionante para conseguimos recuperar a bola, é esse o nosso jogo.

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Por Nuno Mendes
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