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O presidente da SAD do Vilafranquense anunciou na última quinta-feira aos sócios, em Assembleia-Geral Extraordinária, que havia comprado, em 2019, a sociedade que gere o futebol do emblema de Vila Franca de Xira por "1,8 milhões de euros, com dívida", garantindo ainda que foram adquiridos por "20 mil euros os 10 por cento da SAD ao senhor David Pato".
Através de Record, David Pato Ferreira responde às declarações de Henrique Sereno proferidas ontem perante os associados, no Pavilhão José Mário Cerejo:
"Na sequência das declarações do Sr. Henrique Sereno na AG do União Desportiva Vilafranquense, e enquanto sócio nº1001, com 24 anos de associado, 15 como atleta de várias modalidades e tantos outros como dirigente e treinador, mas mais ainda como sócio fundador da UDV Futebol SAD que levou o nosso União às divisões profissionais de futebol, cumpre-me fazer o seguinte esclarecimento:
A Números Mouriscos, actual detentora de 90% do capital da UDV SAD, não "deu" 20 mil euros a nenhum dos seus ex-sócios.
Mas para que não restem dúvidas a nenhum dos Unionistas, vamos a factos. Fundei conjuntamente com um grupo de quem tenho muito orgulho a UDV SAD em 2013, com uma participação de 10% avaliada em 15.000€. Vendi, por vontade própria e após a saída de todos aqueles em quem me revia na gestão, os mesmos 10% por 20.000€ em 2019. Saí de consciência tranquila de que deixei tudo de mim enquanto ali estive, sem nunca ter pedido 1 tostão. Enquanto Director Geral da SAD e enquanto treinador.
Aliás, esta tentativa de arrastar nomes para um antro de pouca transparência onde coabitam ex-presidentes vindos do Norte, investidores pouco claros e dirigentes despreparados, vem dos mesmos que agora tentam uma jogada digna de outros tempos para levar da nossa cidade o futebol, como se o dinheiro fosse capaz de comprar dignidade e integridade.
Como todos, inclusive aqueles que estiveram na anterior AG sabem (onde estive e onde o Sr. Henrique Sereno se remeteu ao silêncio, estando mais preocupado em encher autocarros com sócios feitos à pressa), nunca me coibi de dizer o que penso e o que sinto. Fui, sou e serei contra a alienação do capital detido pelo clube.
Portanto, e ao contrário de outros, não estou à venda. O meu Unionismo não está à venda, e uma garantia vos deixo. A história da União Desportiva Vilafranquense não acaba aqui, e no que depender de mim esta tentativa de fazer deles aquilo que nunca foi, não passará."
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