_
Depois de 10 anos ligados ao universo do Chaves, Sérgio Mota está de saída da SAD flaviense, sabe Record, encerrando um ciclo marcado pela proximidade à imprensa e pelo forte envolvimento na afirmação da imagem do clube no panorama do futebol português.
O agora ex-diretor de comunicação do emblema transmontano desempenhava funções desde 2016, marcando um período durante o qual se tornou uma das figuras mais reconhecidas e respeitadas nos bastidores do futebol nacional, acompanhando de perto alguns dos momentos mais importantes da história recente do clube.
A saída acontece por mútuo acordo e foi confirmada pelo próprio ao nosso jornal. O encontro diante do Marítimo, disputado na Madeira, marcou o último jogo e o derradeiro dia de Sérgio Mota enquanto funcionário da SAD do Chaves.
Ao longo da última década, Sérgio Mota destacou-se por construir uma relação de grande proximidade com jornalistas, adeptos, jogadores e estruturas do futebol, sendo frequentemente apontado como um profissional disponível, agregador e atento à vertente social do clube.
Na despedida, deixou palavras de reconhecimento à anterior e à atual administração da SAD, sublinhando o caráter pacífico e respeitoso da saída. "Saio de forma amigável e levo o Desportivo para sempre no meu coração. Não tenho nada a apontar a ninguém. Foram 10 anos inesquecíveis", afirmou.
O antigo diretor de comunicação fez ainda questão de agradecer publicamente ao presidente Dante Elizalde e à diretora executiva Manyra Hernández, destacando "a humanidade, o respeito e a lisura demonstrados ao longo de todo o processo". "Estou eternamente grato", acrescentou.
Aos 46 anos, Sérgio Mota admite agora abraçar novos desafios profissionais, preferencialmente ligados ao futebol, área onde consolidou uma reputação amplamente reconhecida pela competência e pela capacidade de relacionamento institucional. "Agora é o momento de pensar em novos desafios", concluiu, numa frase simples que encerra uma ligação de dez anos a um clube onde deixou marca não apenas na comunicação, mas também na identidade humana e institucional do Chaves.
Por Paulo Silva Reis