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Há um Jardel a brilhar no Feirense: a origem da alcunha, o passado e o dedo de Seedorf

Nasceu na Guiné-Bissau há 24 anos, foi registado como Esmiraldo Sá Silva, mas a veia goleadora que mostrou desde cedo levou a que fosse ‘rebatizado’ como Jardel, em honra ao afamado Super Mário que no final da década de 1990 e início dos anos 2000 fez furor em Portugal. E basta ver o arranque que está a ter com a camisola do Feirense para perceber a razão.

Quatro golos em dois jogos e em 74 minutos: haverá lá melhor cartão de visita para alguém que era quase um desconhecido quando chegou do Leça FC, no verão? Dezasseis minutos bastaram para que fizesse mossa ao Rio Ave e. cinquenta e cinco para que assinasse um hattrick frente ao Vila Meã, para a Taça.

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Um início que promete e que deixa antever a explosão que há uns anos lhe vaticinavam, quando ainda estava ao serviço dos juniores do Rio Ave, em2014/15. Na altura, o luso-guineense fez dez golos, foi internacional sub-18 por Portugal e teve um convite para rumar ao Sporting, mas acabou por assinar pelo Deportivo. Jardel andou depois pelo Valladolid, pelo Algeciras, pelo Mérita e pelo Leça FC, até chegar à Feira, onde espera afirmar-se

Tem a escola de Seedorf

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Nos anos em que andou por Espanha, mais especificamente ao serviço do Deportivo B, Jardel chegou a ser chamado à equipa principal, onde acabou por ter a oportunidade de trabalhar com Seedorf. O antigo médio era o treinador na altura e observou de perto o avançado.

Por Pedro Morais
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