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Rui Ferreira já tem em mãos o troféu de melhor treinador do mês de abril da 2ª Liga, distinção que alcançou depois de um período em análise impressionante, onde angariou três vitórias e um empate. Resultados positivos frente a equipas como Ac. Viseu, Sporting B e U. Leiria que ajudaram a garantir a permanência dos durienses na 2.ª Liga, obtida na penúltima ronda, já em maio.
"Este prémio é uma consequência do trabalho desenvolvido pelos jogadores. Acima de tudo, este reconhecimento significa conquista de pontos, que era o que necessitávamos para atingir o grande objetivo da época", começou por dizer o técnico, de 53 anos, que abraçou o projeto depois da saída de Agostinho Bento.
Neste sentido, Rui Ferreira reiterou que o sucesso desta caminhada para continuar na Liga Meu Super deveu-se mesmo ao plantel à sua disposição. "O segredo foi claramente a aceitação do grupo ao que trazíamos de novo. Se isso não acontecesse, seria muito difícil alcançar o sucesso. É um reflexo de um grupo humilde, trabalhador e ambicioso. Os jogadores estão de parabéns, tal como o clube", afirmou, em declarações aos meios sociais da Liga Portugal.
Note-se que Rui Ferreira alcançou a mesma votação (26, 45 por cento) dos votos dos treinadores da 2.ª Liga que Miguel Moita, técnico do Marítimo, apesar dos três triunfos angariados pelos durienses serem o suficiente para o antigo jogador do V. Guimarães, Salgueiros e Gil Vicente, conquistar o prémio. Carlos Fangueiro, do Leixões, ficou em 3º lugar da votação com 19,83 por cento.
Por João Albuquerque