CHAMA-SE Danny, acaba de fazer 18 anos e representa a mais recente aposta do Marítimo. Vindo da equipa B, o centro--campista estreou-se na segunda-feira na equipa principal frente ao Gil Vicente.
Este internacional sub-17, filho de emigrantes madeirenses a residirem na Venezuela, mostra firme intenção de ser alguém no futebol.
“Senti-me bem na minha estreia, apesar algum nervosismo inicial, que depressa passou. O treinador pediu-me para entrar sem medo e fazer aquilo que sei e só me resta agora trabalhar sempre com igual dedicação para ter mais oportunidades”, salienta. Mesmo quando voltar à equipa júnior, à qual ainda pertence, este médio-ofensivo garante que não perderá a humildade. “Jogarei onde me pedirem, até porque ainda desejo ser campeão pelos juniores.” A selecção também continua a ser um objectivo. “Espero continuar a ser chamado, agora para a qualificação para o Europeu de sub-19”, diz.
Apesar da ausência dos pais – deixou a família na Venezuela para arriscar no Marítimo –, incentivos não têm faltado. “Os meus colegas e familiares com quem vivo têm-me apoiado muito nestes dias. Sinto a falta dos meus pais, mas eles ficaram muito contentes quando lhes liguei para dizer que joguei e apoiam-me ao máximo”, conta Danny.
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