Joaquim Ribeiro: «Quando chegámos estava tudo destruído»

Joaquim Ribeiro é o novo diretor-geral da União de Leiria
• Foto: União Desportiva de Leiria/SAD

O Diretor Geral da SAD da U. Leiria, Joaquim Ribeiro, deu esta sexta-feira conta de um cenário "inimaginável" na cidade e nas instalações do clube, devido à tempestade Kristin.

“Na verdade, tem sido muito difícil. É uma situação que nunca imaginámos que pudesse acontecer, e de facto não ter luz, água, internet e comunicações dificulta imenso, não só vida normal do dia-a-dia, como muito mais a vida de um clube, que necessita de todas as condições para trabalhar. Quando chegámos, depois da tragédia, estava tudo completamente destruído. Não temos condições para lavar equipamentos, campos em condições ou balneários. É inimaginável o que aconteceu", disse, falando à margem do 1º Congresso do Futebol Português.

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O Estádio Dr. Magalhães Pessoa tem prejuizos avultados. “É um prejuízo incalculável, muito elevado. Seria muito arriscado atirar qualquer número. Desde a cobertura completamente destruída, muitas infiltrações, vidros partidos, danos nos nossos escritórios, sistema elétrico nem sabemos porque não entrámos há alguns dias no estádio, as garagens inundadas..."

O dirigente procura encontrar soluções para o imediato. "Mantemos ligações com muitos clubes, Liga, Federação e todas as entidades que nos possam ajudar, para voltarmos à normalidade. Inclusive, há uma iniciativa organizada pelo município, proteção civil e bombeiros, apelando à população para nos ajudar a limpar os detritos no estádio e acelerar o processo. É muito difícil a Proteção Civil estar em todo o lado ao mesmo tempo. Mas vamos procurar ter o nosso campo reutilizado o mais rápido possível. Ficou muito danificado", adiantou.

Por Mário Duarte
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