Álvaro Pacheco explicou o que falhou para que o Vizela perdesse em casa (0-1), diante do Estoril, na sexta jornada da Liga Bwin.
"O que falhou foi não sermos eficazes nas oportunidades que tivemos. Seis grandes oportunidades, vários remates dentro da área. O caudal ofensivo que tivemos, mesmo com um jogador a menos... Depois, na segunda parte, não se conseguiu jogar. Aí o que faltou foi sermos eficazes na finalização. Mas deixo um reparo: quando jogamos contra os grandes, isto do anti-jogo não é permitido. É logo amarelo. Quando não é contra os grandes, as regras não são iguais. Aqui foi permitido o anti-jogo. Só uma equipa quis ganhar e sai com a derrota. A segunda parte foi toda nossa. Temos de estar tristes pelo resultado, mas orgulhoso pelos meus jogadores. Foram à luta, acreditaram até ao fim, agora é olhar para o próximo jogo", afirmou à Sport TV, abordando a questão do tempo útil de jogo, depois de criticar o "anti-jogo" do Estoril.
"Nós, treinadores, também temos um papel importante nisso. Mas se o árbitro desse logo amarelo...O guarda-redes do Estoril retinha a bola imenso tempo e não levou amarelo. Se os árbitros não intervêm e não têm coragem, isto vai continuar. Nós, treinadores, temos de ter capacidade de melhorar isso, mas os árbitros também tem de fazer parte. Não é só ser autoritários e intimidar contra os grandes", acrescentou.
Pachego reforçou o quão importante é regressar aos triunfos. "O mais importante é continuar a acreditar no processo. Perdemos, não ganhámos há alguns jogos, mas em todos os jogos não houve nenhuma equipa que foi superior ao Vizela. Os jogadores têm de manter-se tranquilos, serenos, confiantes e agarrarem-se à nossa dinâmica. É evidente que não estamos no momento em que gostávamos, mas temos de acreditar no processo", vincou.
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