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Beto defende Rui Borges: «Tem tentado encontrar soluções»

Beto apoia Rui Borges nas dificuldades do Sporting
• Foto: Liga Portugal

Sportinguista assumido, Beto Pimparel continua muito atento à atualidade do emblema leonino e, embora assuma que a equipa esteja com mais dificuldades esta época, deixa claro que ainda está tudo em aberto, elogiando o trabalho feito pelo técnico Rui Borges.

“Faço um balanço positivo de Rui Borges, campeão nacional pelo Sporting. É verdade que este ano o Sporting está a ter mais dificuldades, mas muito por responsabilidade do que o FC Porto está a fazer, de forma histórica, neste início de temporada, que tem sido realmente quase perfeito”, destaca o antigo guarda-redes do Sporting a Record, à margem da Taça da Liga Legends. “Mas, obviamente, com o mal podemos nós bem e o Sporting tem de se focar muito nele, em melhorar algumas coisas e o Rui Borges tem tentado encontrar soluções. Acredito que o Sporting já teve melhores momentos de futebol, mas faz parte, existem altos e baixos que acabam de alguma forma por afetar a dinâmica das equipas. É uma gestão que o Rui tem tido de fazer e tem-no feito bem. Ainda falta muito para acabar, há muito ponto em disputa e o Sporting tem de tentar minimizar as perdas de pontos até ao fim”, atira.

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Quanto à baliza, considera que está bem entregue a Rui Silva. “O Rui veio trazer aquilo que faltava ao Sporting, que era um guarda-redes com bagagem e ‘estaleca’ para aguentar a pressão que é jogar pelo Sporting e lutar por títulos. Vinha de um contexto muito competitivo, a La Liga, estava habituado a grandes palcos e à exigência de jogar contra as melhores equipas do Mundo. Era o que o Sporting precisava naquela fase de indefinição e acabou por encontrar no Rui Silva um guarda-redes equilibrado, muito temperado e que deu muita estabilidade”, sublinhou. 

Continua a brilhar aos 43 anos

A idade parece mesmo não passar por Beto Pimparel, que aos 43 anos brilhou na Taça da Liga Legends conquistada pelo Sporting, tendo sido escolhido como o melhor jogador do torneio, graças às excelentes defesas que foi fazendo nos dois jogos. “É um privilégio e uma honra muito grande, mesmo no pós-carreira, ser uma ‘legend’ do clube que me formou enquanto atleta e também como pessoa. Devo muito ao Sporting Clube de Portugal”, começa por contar-nos. Mas será que ainda conseguia jogar a nível profissional?“Sinto que poderia jogar, a cabeça está bem e o corpo acompanha, mas obviamente já passou o meu tempo. Aproveito estes momentos e para desfrutar acima de tudo, porque onde me sinto melhor é dentro do campo e acabo por demonstrar essa paixão que tenho ainda pelo treino, pelo jogo e pela competição”, frisa.  

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Por Francisco Guerra
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