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Eládio Paramés é um dos comentadores do programa "Contragolpe", na TVI 24. Diz que, nessas funções, nunca foi ofendido, ao contrário do tempo em que teve "um papel mais ativo como porta-voz de José Mourinho". "Sobretudo em Madrid", revela. "Foi muito violento. Tive vários episódios complicados. Não de ameaça, mas de insulto barato. Alguns acontecimentos foram quase históricos. Nomeadamente, a utilização abusiva do meu nome." Um jornalista do Canal Plus enviou uma mensagem para um número espanhol que tinha pertencido a Paramés, mas que foi depois reatribuído a um jovem que se fez passar pelo assessor de Mourinho e disse que o treinador português pensava em sair do Real por não sentir apoio dos dirigentes. A notícia tornou-se uma bomba: "O número de telemóvel já não era meu e tive de fazer um esclarecimento formal acerca daquelas declarações que me eram atribuídas por um suposto jornalista."
Sobre os comportamentos mais agressivos dos adeptos portugueses, Paramés acredita que muitos são organizados por pessoas ligadas aos clubes: "Acho que alguns dirigentes participam, ainda que de forma anónima, nesse tipo de insulto, provocação, insinuação. Não tenho dúvidas que as coisas são organizadas. Não sou ingénuo ao ponto de pensar que é o adepto, anónimo, desconhecido, a fazer as coisas por ele. É evidente que há alguns casos desses, mas também é evidente que há coisas organizadas. Os clubes têm os seus meios e fazem esse tipo de coisas. Muitas vezes saem-se mal porque provocam reações mais irracionais, violentas e agressivas."
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