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Na reunião de António Costa com Fernando Gomes, Tiago Craveiro, Pedro Proença, Luís Filipe Vieira, Frederico Varandas e Pinto da Costa - que incluiu ainda o ministro da Economia, Pedro Siza Vieira, e os secretários de Estado da Juventude e do Desporto e da Saúde -, foi transmitida uma vontade da indústria do futebol em voltar ao ativo, após a FPF ter recebido "um plano de retoma elaborado pela Liga", que está a ser analisado em conjunto com a DGS. A possibilidade de usar menos estádios, e fazê-lo numa localização geográfica mais confinada, "enquadra-se na avaliação do risco", explicou Fernando Gomes em São Bento, e na tentativa de aferir "a prudência da retoma".
Depois de ter colocado um ponto final nas competições não profissionais que tutela, a FPF vê no escalão profissional "um conjunto de características", como "um controlo médico mais rigoroso", que permitem maiores condições para uma retoma.
Ainda assim, Fernando Gomes lembrou que a saúde está primeiro e que qualquer decisão terá em conta a vontade de "minimizar o risco", não podendo conseguir a missão "quase impossível" de ter "risco zero", e assumiu uma postura de prudência perante a situação.
Sobre a realização da final da Taça de Portugal, entre Benfica e FC Porto, o dirigente explicou que este é "mais um jogo", mas depende "dos interesses dos dois clubes, porque será feita no final do mês de julho, muito próximo das pré-eliminatórias das competições europeias", não garantindo que se vá realizar.
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