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Frustração de não festejar subida descambou em violência nas bancadas

Frustração de não festejar subida descambou em violência nas bancadas

As imagens circularam nas redes sociais e mostraram os duros confrontos entre adeptos do Soarense e do Sete Fontes, da Série B da 1.ª Divisão da AF Braga. Record procurou saber o que tinha originado tamanha violência nas bancadas e ficou a saber, por intermédio de José Carlos, presidente do Sete Fontes, equipa que é antepenúltima na prova e surpreendeu na visita ao líder, que os incidentes no seguimento do empate (2-2) verificado entre as duas equipas.

"Eles estavam a contar fazer a festa da subida [ao Campeonato de Portugal], não contavam com o empate que aconteceu e desataram a agredir um senhor de 70 e tal anos, José Ramoa, que é o nosso roupeiro. Gerou-se a confusão total, mas foi só entre adeptos, nas bancadas", começa por esclarecer o líder dos visitantes. "Polícia? Nós ligámos para a PSP, disseram-nos que não vinham, não tinham viaturas. Começámos todos a separar quem estava à luta, até pais de atletas intervieram, acabou tudo por serenar, ficou tudo resolvido. Mas isto foi tudo nas bancadas, entre adeptos, entre clubes não houve problema nenhum, fomos muito bem recebidos e no final do jogo até estive quase uma hora a falar com o presidente do Soarense", elucida José Carlos, presidente do Sete Fontes.  

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Apesar de um primeiro contacto por parte do nosso jornal, André Guimarães, presidente do Soarense, não voltou a estar disponível.

Por Mário Duarte
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