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Aproveitando a interrupção das negociações entre o FC Porto e a Roma, motivada pelas razões já noticiadas por Record na quarta-feira, o Galatasaray voltou esta quinta-feira à carga por Rodrigo Mora.
De acordo com as informações recolhidas pelo nosso jornal, o clube turco está novamente em contacto com Jorge Mendes, empresário que representa o jovem talento do FC Porto, procurando perceber em que condições poderá avançar para a contratação do jogador.
Os dragões, já se sabe, pretendem encaixar 50 milhões de euros com Rodrigo Mora, independentemente do modelo do negócio. Mesmo num empréstimo, a SAD exige uma cláusula de compra obrigatória ou, no limite, uma opção de compra que se torne obrigatória mediante objetivos facilmente alcançáveis. Recordar que foi precisamente neste aspeto que as negociações com a Roma entraram num impasse nos últimos dias. Posto isto, a posição do FC Porto mantém-se, por isso, clara: o encaixe pretendido terá de ficar praticamente assegurado e nunca poderá ficar abaixo da fasquia dos 50 milhões de euros.
Depois de ter surgido primeiro na corrida à contratação de Rodrigo Mora, o Galatasaray pareceu ter-se atrasado nos últimos dias, sobretudo devido à forte investida por parte da Roma. Mas o dia de ontem reacendeu a esperança do campeão turco em garantir o jovem craque português, sabendo desde já que um eventual negócio, a confirmar-se, terá de entrar para o top dos mais caros da história do emblema de Istambul. Os 75 milhões de euros desembolsados no verão passado para assegurar a contratação de Oshimen ao Nápoles vão continuar no topo da lista, mas os 50 milhões que o FC Porto exige por Mora colocariam o criativo como o 2º reforço mais caro do Galatasaray, batendo por larga margem os cerca de 30 milhões pagos por Singo ao Monaco também em 2025.
O último verão, de resto, marcou uma mudança de abordagem por parte dos turcos no mercado, passando a desembolsar altos valores para contratar depois de épocas a fim onde a prioridade era assegurar craques a custo zero e com ordenados exorbitantes (e praticamente livres de impostos).